terça-feira, 14 de julho de 2009

sheila

De sentidos condenados como prisão perpétua
Com a vista aguçada que ver cores bem alertas
Sou um jovem nordestino e filho desse mesmo chão.
Como pode me julgar e me dar condenação.

Sou artista faço versos, pinto quadros eu confesso
Tu me canta e encanta com seu jeito verde exercito
por você ser proibida proibiram-me de te ver
Coisa fina e muito bela nesse Chão tu veio nascer.

Deus te fez tão grandiosa com essência natural
Seu respaldo é grandioso desde Uauá ao Nepal
Com seu nome feminino escolhido com clareza
O teu beijo me entorpece tão grande é a tua beleza

Sheila nossa de cada dia tu não és uma oração
Mas quem te tem se apaixona e te entrega o coração.

(Flávio Henrique)

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